Foto: Mauro Neto/Sejel

Por Bianca Miquelutti

Na última terça-feira (07), na sede da Divisão Maior do Futebol Colombiano (DIMAYOR), se reuniram o presidente da instituição Jorge Henrique Velez e a comissão de futebol feminino integrada pelos clubes: Independiente Santa Fe, Atlético Huila, Cortuluá, América de Cali e Fortaleza CEIF, para decidir os últimos detalhes da realização da Liga Profissional de Futebol Feminino 2019.

Durante a reunião foi decidido que os clubes interessados em participar da Liga Águila Femenino profissional terão que apresentar a sua intenção por escrito até o dia 16 de maio. O formato da liga será elaborado somente após a definição do número de clubes participantes e após uma nova reunião será decidido qual sistema de jogo adotado e qual o regulamento do campeonato.

O torneio feminino começará na segunda semana do mês de julho e se estenderá até o prazo definindo pela Conmebol para o início das inscrições da Copa Libertadores Feminina, que irá ocorrer em outubro deste ano.

Segundo o site da entidade que administra os campeonatos profissionais de futebol na Colômbia, a DIMAYOR diz seguir trabalhando de forma ativa na busca de novos recursos para garantir que a Liga Feminina Profissional aconteça em 2019 e nos próximos anos.

Em 12 de março, a Associação Colombiana de Jogadores Profissionais de Futebol (Acolfutpro) confirmou que este ano será realizada a terceira edição da liga feminina, apesar de alguns gerentes terem assegurado que não há jogadores profissionais suficientes no país.

Na Colômbia já foram disputadas duas ligas femininas profissionais, de acordo com o jornal El Heraldo, os torneios foram classificados por seus dirigentes como ” experiência interessante mas não produtiva”.

O primeiro campeonato aconteceu em 2017, com o vencedor Independiente Santa Fé e a segunda temporada ocorreu no ano passado, dando título ao Atlético Huila, que também levantou o troféu na Copa Libertadores Feminina sediada no Brasil, em novembro.

É importante reconhecer que a Liga Feminina profissional desse ano foi anunciada após algumas jogadoras da seleção profissional e da base denunciarem assédio trabalhista e sexual em suas determinadas equipes.

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